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Marketing SB Crédito 9 de março de 2022
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FIDCs e criptomoedas: onde vale mais a pena investir?

As criptomoedas têm se mostrado fortemente como uma alternativa aos investimentos tradicionais. Mas com as oscilações de mercado isso se mantém?

Uma grande semelhança entre os FIDCs e as criptomoedas é a sua complexidade de operações e, por consequência, a complexidade de entendimento por parte dos investidores. No entanto, é impossível negar que as moedas digitais não estejam adentrando todo o mercado financeiro e se tornando uma opção de investimento cada vez mais frequente.

Em comparação com os FIDCs, as criptomoedas têm pontos que falam a seu favor, mas também há aspectos que ainda necessitam de muita evolução. Até o final desse artigo você vai entender melhor como escolher o melhor investimento: FIDCs ou criptomoedas.

As criptomoedas

Movimentando US$2.6 trilhões em 2021, as criptomoedas tiveram uma alta expressiva desde 2017. A situação econômica dos países, facilidade no acesso à energia limpa e maior divulgação por parte de grandes influenciadores do mercado financeiro foram fatores cruciais para o crescimento exponencial das criptomoedas.

Mas como assim crescimento exponencial? Por exemplo, do início de outubro de 2020 ao final do mesmo ano, o Bitcoin saltou de US$10.800 para US$ 29.300. Apesar do crescimento ser expressivo, é apenas um reflexo de um período no qual a moeda digital valorizou, não devendo ser base para realização de investimentos.

Agora, vamos passar para outros fatores inatos das criptomoedas que você deve saber antes de realizar a compra.

Tudo que você precisa saber antes de investir em criptomoedas

Para iniciar esse tópico, vale lembrar que as criptomoedas são um tipo de dinheiro – assim como o real e o peso, porém, totalmente digital. Além disso, na sua origem, elas não têm vinculação com nenhum governo, não sendo controladas nem emitidas por órgãos oficiais.

Algumas das criptomoedas mais comuns são:

  • Bitcoin e Bitcoin Cash;
  • Ethereum;
  • Tether e
  • Dogecoin

Um dos principais motivos pelos quais as criptomoedas revolucionaram as transações em dinheiro é que as taxas das operações são mais baixas, podendo enviar qualquer quantia sem incidir impostos. Ademais, as criptomoedas expandem a noção de regionalidade das transações.

Por fim, por serem altamente tecnológicas, as moedas digitais têm um alto grau de segurança de armazenamento e de transações, além da transparência ser um fator muito relevante. No entanto, por não ter fiscalizações oficiais, a segurança e a confiabilidade acabam sendo marcantes quando o tema é esse.  Inegavelmente, esse aspecto é principal influenciador na volatilidade das criptomoedas ao longo do tempo.

No próximo tópico, iremos abordar outras movimentações de mercado que influenciam as criptomoedas.

Movimentações do mercado das criptomoedas

Nas últimas semanas, muito tem se ouvido sobre os conflitos no leste europeu. O conflito na Ucrânia trouxe ainda mais destaque às criptomoedas, que têm sido utilizadas como forma de receber ajuda humanitária no país. Em contrapartida, a Rússia utiliza as plataformas nacionais de criptomoedas para controlar os efeitos da guerra.

Anteriormente a isso, as criptomoedas já vinham sofrendo oscilações por diversos outros fatores. Por exemplo, as taxas de juros e inflação nos países, crise da Evergrand, um decreto do Fed nos EUA, a crise energética no Cazaquistão, a pandemia do coronavírus… Nessa lista, podemos até incluir comentários do Elon Musk, presidente da Tesla.

Contudo, os criptoativos vieram para ficar. A tecnologia que empregam pode trazer melhorias radicais nos serviços financeiros. Para o vice-presidente da Banco da Inglaterra, Jon Cunliffe, não devemos reagir de forma exagerada ou classificar como “perigosas” por serem diferentes.

Os FIDCs

O caso de Elon Musk ilustra um ponto muito questionado e que sofreu represálias. Seria possível influenciar o mercado cripto a favor de seus próprios interesses? Há não muito tempo, os FIDCs sofriam esse mesmo questionamento.

Criados em 2002, o segmento de fundos de investimento em direitos creditórios também passou por muitos altos e baixos. Em 2008, quando estourou a crise internacional, foi um dos ápices do crescimento dos FIDCs. Nesse cenário, assim como o que o Bitcoin passa agora, os investidores buscaram investimentos mais sólidos e seguros, como o Tesouro.

Movimentação de mercado

O ano de 2012 foi um ponto de virada para os FIDCs, a partir desse momento houve uma consolidação e regulamentação do setor com a segregação das funções entre a administradora, gestora, custodiantes. Além disso, as novas políticas de cotas garantiram que os FIDCs não iriam desenvolver as operações apenas em prol próprio, mas também dos investidores e clientes.

Para o mercado essa movimentação também foi benéfica. As empresas passaram a ter acesso a serviços financeiros e de crédito sem ser pelas instituições financeiras tradicionais, como os grandes bancos. E essas instituições encontraram possibilidade de vender suas carteiras aos FIDCs, movimentando a economia. Para entender melhor sobre o mundo dos FIDCs, recomendamos a leitura desse material da ANBIMA.

As tendências do setor de crédito para o ano são positivas, mesmo com algumas ressalvas. A previsão é de crescimento. A incerteza política faz com que empresas busquem se programar melhor para imprevistos, o que posiciona os FIDCs, como a SB Crédito, como parceiros estratégicos para os negócios.

Ademais, a evolução e implementação do open banking deverá se concretizar e trazer benefícios para o empresariado. Com os novos dados compartilhados, deixa-se de analisar apenas o endividamento das empresas, mas sim as suas movimentações e investimentos feitos. Trazendo para o ano a perspectiva de expansão. A SB Crédito tem como objetivo operar R$6.2 bi nesse ano, frente aos R$5.3 bi de 2021.

FIDCs ou criptomoedas: onde vale mais a pena investir?

Os FIDCs e as criptomoedas estão em diferentes estágios de maturidade no mercado. Enquanto os FIDCs já estão regulamentados e oferecerem segurança ao investidor, as criptomoedas ainda estão em processo de aceitação por parte da comunidade financeira ao redor do mundo.

Embora a velocidade do aprendizado e do estabelecimento esteja sendo bem mais rápida do que era em 2001, quando surgiram os FIDCs. Uma coisa é certa: as criptomoedas chegarão e influenciarão o mundo dos FIDCs. Em breve, deveremos ver esses dois mundos se entrelaçando e construindo um mercado financeiro cada vez mais tecnológico e seguro.

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