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Marketing SB Crédito 17 de março de 2022
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Crédito para empresas e o aumento da Selic, e agora?

Em reunião no dia 16/03, o Copom decidiu elevar a Selic a 11,75% ao ano. Saiba como o aumento na taxa básica de juros tem impactos diretos na concessão de crédito.

Com nove altas seguidas, a Selic saiu da menor taxa da história (2% ao ano) para o maior valor desde 2017. Com isso, a tomada de crédito, seja por pessoas físicas e jurídicas, fica consideravelmente mais cara.

Mas por quê? Lyeverson Nogueira, vice-presidente da SB Crédito, explica: “O mecanismo do Banco Central para controlar a inflação é o aumento da taxa básica de juros, visando frear a produção e o consumo. Desta forma os investidores costumam direcionar seus investimentos para renda fixa que paga taxas mais altas do que as oferecidas pelos papéis da dívida pública.”

As empresas de crédito, assim como os fundos de investimentos em direitos de crédito, utilizam recursos de investidores para fazer suas operações. Com isso, as casas de crédito se vêm em duas situações:

  • Elevar a taxa para que esteja de acordo com os riscos da concessão de crédito.
  • Elevar as taxas para equalizar a relação entre cliente, empresa de crédito e o investidor, considerando o cenário econômico atual.

Nem tudo é um caso perdido

Nesse cenário, ainda é possível encontrar soluções com taxas de juros menores.

Nos FIDCs, como a SB Crédito, ainda existe um acordo com os clientes, para que seja um negócio favorável a ambas as partes. Dessa forma, o repasse dos aumentos é acordado e, muitas vezes, pulverizado nas operações. Já os bancos e instituições financeiras tradicionais têm como padrão elevar as taxas para os clientes automaticamente.

Além disso, por não ser instituição financeira, um FIDC não tem incidência de IOF. Dessa forma, as empresas contam com um imposto a menos na hora de realizar as operações, aproveitando taxas mais atrativas. “No final das contas, nos tornamos uma opção mais viável para acessar o crédito, podendo nos posicionar como parceiros estratégicos dos clientes em momentos de incertezas”, afirma Lyeverson.

E o futuro?

Nos últimos nove meses houve um aumento de 9,5% na Selic – o maior crescimento em um passado recente. Enquanto o futuro se mostra cada vez mais incerto, o mercado espera por pelo menos um aumento de um ponto percentual na próxima reunião do Copom, em junho.

A guerra na Ucrânia gera uma inflação por risco de escassez. Com menor abastecimento de matéria prima, dificuldade na importação de produtos e aumento no preço de commodities, o Banco Central se encontra com o desafio do frear esse cenário.

“Essa é uma estratégia para diminuir a inflação. As incertezas desse ano e do próximo irão exigir resiliência e preparo por parte do empresariado brasileiro”, conclui Lyeverson Nogueira.

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